Quando o vento me levar
Serei novelo varrido e solto
Envolto em penas pelo ar
Subirei no horizonte revolto
Para cair na incerteza do mar
O que restar de mim será teu
No amor que juntaste ao meu
Musa da cor e plena por criar
mongiardimsaraiva
12/28/2015
12/15/2015
MEU SOL POENTE
Saí por uma rua sem nome
Fome do passado que não vi
No peito essa certeza enorme
De me olhar sem a vida que ri
Quis passar pela dura provação
Do ser sozinho e acompanhado
No dom e na imagem da razão
Ter-me a mim como um cajado
Desapegado inteiro conformado
Liberto das asas em que morri
Hoje sinto o que foi renovado
Ao passado dedico o presente
Que escorre limpo pelas veias
Sereias de um mar consciente
Que me trazem para as ideias
O sol nas ondas desse poente
mongiardimsaraiva
Fome do passado que não vi
No peito essa certeza enorme
De me olhar sem a vida que ri
Quis passar pela dura provação
Do ser sozinho e acompanhado
No dom e na imagem da razão
Ter-me a mim como um cajado
Desapegado inteiro conformado
Liberto das asas em que morri
Hoje sinto o que foi renovado
Ao passado dedico o presente
Que escorre limpo pelas veias
Sereias de um mar consciente
Que me trazem para as ideias
O sol nas ondas desse poente
mongiardimsaraiva
12/09/2015
CÂNTICO DE NATAL
Não adianta cantar o natal sem voz
Lamento doce cristalino que sai de nós
É preciso honrar o espírito desse ideal
Erguer muralhas de pureza contra o mal
E perpetuar sentimentos com grandeza
Deixar no planeta um rasto de cometa
Ouvir das estrelas um eco que nos cala
Albergar no nosso asilo coisas sem fala
Abraçar simplicidades sós com gentileza
Abrir o coração para o grito da natureza
Ver na reunião mais do que uma mesa
E saborear as migalhas do nosso pão
Com devoção e louvor a essa estação
Cânticos sedentos de amor se elevarão
Magia dos sentimentos puros sem igual
Como nuvens do nosso céu romântico
Glorificando a nossa intenção de natal
mongiardimsaraiva
12/01/2015
VERSOS AO MEU AMOR
Dedico-me nestes versos ao amor
Submersos e vivos no calor de nós
A voz que aqui ouves não sou eu
Apenas um eco daquilo que é teu
A ti te pertenço doce e confinado
O que buscas em mim será assim
Enviado num beijo só e desejado
O nosso caminho é a nossa lagoa
Serena e com reflexos da tua voz
Escuna que nos balança sem abrigo
Apenas náufraga daquilo que te digo
Sonhada e pura nascente até à foz
mongiardimsaraiva
(poema e imagem)
Submersos e vivos no calor de nós
A voz que aqui ouves não sou eu
Apenas um eco daquilo que é teu
A ti te pertenço doce e confinado
O que buscas em mim será assim
Enviado num beijo só e desejado
O nosso caminho é a nossa lagoa
Serena e com reflexos da tua voz
Escuna que nos balança sem abrigo
Apenas náufraga daquilo que te digo
Sonhada e pura nascente até à foz
mongiardimsaraiva
(poema e imagem)
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