Ó dipirona!
Que ousei omitir
Em risos de escárnio,
Amargo por não refletir.
As vidas que poupaste,
Amaste e ajudaste a sorrir...
Ciente da tua imensa cura,
Humildemente peço perdão.
Sou o teu novo guardião,
Nesta vida curta e dura.
Às boas almas te enviarei,
Dipirona sedosa e branca.
Que sejas a nossa manta
E nos cubras de pó branco,
Como uma nuvem sagrada
Que alivia as nossas dores
E perpetua os teus amores.
Nesta vida de quase nada,
Sou teu criado, minha santa!
mongiardimsaraiva
12/08/2016
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Destaque
o pastor (poema selecionado) 2019
Um tributo ao poeta Fernando Pessoa (Alberto Caeiro / O Guardador de Rebanhos)
-
O pássaro desceu ao rio O peixe subiu à margem Entreolhavam-se curiosos Naquela quase miragem Permaneciam cuidadosos Asas adormecidas...
-
Vejo-te à procura de uma palavra, Letra que caíste no meu arado. De sementes, sou feito para ...

Que lindo poema! Realmente é preciso conhecer para defender.
ResponderExcluirObrigado, Marly! A Dipirona é minha amiga... :-)
ResponderExcluir