soltaram-no(s) repentinamente nas nossas barbas de molho inocentes até quando sorriremos apenas para disfarçar a nossa vil tristeza da alegria que mente ó povo embrutecido que se ignora presente é hora de nos cuidarmos como a quem se quer e não deixarmos soltar quem solto nos quer presos onde estão vocês agora entristecidos e enganados agitai-vos no vosso trono feito de lama e de fuligem trazei o vosso respeito à tona e imaginai uma pátria virgem desflorada pela luz de um sonho não percais a calma e a alma segurai a vossa bandeira firme serrai os dentes bradai e repudiai a nossa casa é um templo sagrado o lugar de um bandido é na prisão empunhai a espada do ardor inusitado mesmo que a lança corte a tua mão
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