achei-os na imensidão daquela sala sentados sós quietos e pendentes amarelados e ausentes na fala um olhar infinito sem distância para dentro de uma tristeza rala esperança que não podia esperar pela ameaça de não poder estar gente de todos os quadrantes gordos magros brancos e negros novos velhos jovens e sem idade nivelados pelo mesmo estertor corações flutuantes sem jangada obras do infinito sem morada apenas reféns da dor e do amor tudo reduzido à imagem da cruz sofrimento que nos transforme no alimento para outras vidas em seres que busquem a glória e que aceitem o nó das partidas
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